sexta-feira, novembro 24, 2006

Meiose


Meiose é o nome dado ao processo de divisão celular através do qual uma célula vê o seu número de conjuntos cromossómicos reduzido para metade. Por este processo são form
ados gâmetas e esporos.

Nos organismos de reprodução sexuada a formação de seus gâmetas, ocorre por meio desse tipo de divisão celular. Quando ocorre fecundação, pela fusão de dois desses gâmetas, ressurge uma célula diplóide, que passará por numerosas mitoses comuns até formar um novo indivíduo, cujas células serão, também, diplóides.

Nos vegetais, que caracterizam-se pela presença de um ciclo reprodutivo haplodiplobionte, a meiose não tem como fim a formação de gâmetas, mas, sim, com a formação de esporos. Curiosamente, nos vegetais a meiose relaciona-se com a porção assexuada de seu ciclo reprodutivo.

A meiose permite a recombinação genica, de tal forma que cada célula diplóide é capaz de formar quatro células haplóides geneticamente diferentes entre si. Isso explica a variabilidade das espécies de reprodução sexuada.

A meiose conduz à redução dos cromossomos a metade. A primeira divisão é a mais complexa, sendo designada divisão de redução. É durante esta divisão que ocorre a redução a metade do número de cromossomas. Na primeira fase, os cromossomas emparelham e trocam material genético (crossing-over), antes de separar-se em duas células filhas. Cada um dos núcleos destas células filhas tem só metade do número original de cromossomos. Os dois núcleos resultantes dividem-se por mitose, formando quatro células. Qualquer das divisões se pode considerar que ocorre em quatro fases: prófase, metáfase, anáfase e telófase.


sexta-feira, novembro 03, 2006

Drepanocitose

Drepanocitose: As hemácias passam a ter forma de “foice”. Nesta doença. o aminoácido ácido glutamico está substituído pela valina, devido ao erro do DNA, onde a timina é trocada por adenina.

Incidência: Glóbulos vermelhos do sangue. Normal é uma doença de negros. Os sintomas começam a aparecer com mais ou menos 1 ano de idade, quando há prevalência da HbA em relação às outras Hb's. Sem relação com sexo.

Consequências: Anemia, podem se observar úlceras na perna, episódios repetidos de enfarte pulmonar e síndrome torácica aguda ( febre, dor torácia e infiltrados pulmonares). A causa de morte costuma ser por Insuficiência renal ou pulmonar.

Tratamento: Não há tratamento disponível para a doença primária. Os pacientes são mantidos com suplementação de ácido fólico, são realizadas transfusões para crises hemolíticas. A vacina contra pneumococo reduz a incidência de infecções.

Clonagem Humana:

A maioria dos investigadores tem a opinião de que a clonagem humana nunca teve o obejctivo de clonar pessoas ou criar bebés para no futuro serem dadores de partes ou produtos humanos.

A grande maioria das tentativas de clonagem de um animal resultou em embriões deformados ou em abortos após a implantação. Muitos cientistas defendem que os poucos animais clonados nascidos apresentam malformações que não são detectáveis através de exames ou de testes no útero como, por exemplo, deformações ao nível do revestimento dos pulmões.

Em 1996 foi clonada a ovelha Dolly. Foi o primeiro animal a ser clonado a partir do DNA de uma ovelha adulta, em vez de ser utilizado o DNA de um embrião. Embora a Dolly pareça suficientemente saudável, pôs-se a questão se ela iria envelhecer mais rapidamente do que uma ovelha normal. Além disso, foram precisas 277 tentativas para produzir a Dolly.

Quem é que aceitaria estas probabilidades numa experiência com bebés humanos? No entanto, há quem concorde com a clonagem para ter um bebé. Por exemplo, pais que perderam um bebé e que querem substitui-lo, ou pessoas que querem ter os seus próprios filhos mas que não conseguem da maneira tradicional.